Nossa leitora Kédma nos escreve e conta um pouco sobre o ensaio sobre rodas que fez.
Confira:
[masterslider id=”49″]
Uso cadeira de rodas desde outubro de 2013 em virtude do avanço de um problema neurológico que afeta minha coordenação motora. Adaptar-me a essa nova realidade não foi nada fácil, resisti o máximo que pude porque meu olhar focava apenas no negativo da situação: a cadeira atestava minha piora.
Com o tempo (aaaaah, o tempo) e com as circunstâncias da minha vida – ambos fruto do precioso agir do meu Deus (sim, eu creio em Deus e não, eu não acho que a fé nEle significa ausência de problemas de qualquer ordem), permiti-me um novo olhar a partir do entendimento de que a cadeira de rodas me trazia liberdade (meio paradoxal, mas verídico) traduzida em capacidades que eu já havia perdido.

Posto isso, digo que há exatamente um mês fiz um ensaio, o qual batizei carinhosamente de #ensaiosobrerodas, querendo extrair beleza da situação que hoje vivencio (entendedores entenderão que associar sua imagem à cadeira de rodas não é tarefa fácil, ainda mais quando se trata de uma pessoa jovem..na verdade, em qualquer momento da vida, é complicada a transição de andante para cadeirante).
Pois bem, eu fui atrás de beleza, de cores, de vida, de amor..e achei!!!
DIAGNÓSTICO NÃO É DESTINO! Obrigada, de nada!












































